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Relatórios e anexos Código Florestal
9/6/2010
Vagner Luis Camilotti disse:
30/6/2010
Prezados parlamentares. Recentemente houve um evento na UFRGS onde o dep. Luis Carlos Heinz participou, juntamente com a dep. Luciana Genro e o dep. Germano Bonow. Esses dois últimos pouco contribuíram para a discussão da alteração do código, mas o dep. Heinz se mostrou intransigível ao máximo em suas crenças. A partir dessas crenças pude perceber que o grande problema dessa discussão, talvez seja, claro, o desligamento da produtividade agrícola do ambiente, ou seja, como se ela acontecesse por si própria, sem dependência da saúde dos ecossistemas. Nao acretio, porém, que uma nova visão modifique o ponto de vista de interesses próprios dos deputados da bancada ruralista, mas temos que tornar essa dependência da agricultura dos serviços ecossistêmicos mais clara para que eles percebam a relação causal entre os dois pontos de vista em discussão, mas que na verdade são o mesmo. Seria possível inserir nas discussões economistas ambientais, como o prof. Peter May da UFRRJ, por exemplo. A solução para esse impasse deveria ser eliminar os dois lados do debate (ambientalistas e ruralistas) e mostrar que é apenas um que está em jogo, tentar sensibilizar e mostrar que o meio ambiente não é uma parte, mas sim o todo. Grato pela atenção. Vagner Luis Camilotti Méd. Vet. MSc em Ecologia, UFRGS vagner.camilotti@gmail.com
30/6/2010
Prezados parlamentares. Recentemente houve um evento na UFRGS onde o dep. Luis Carlos Heinz participou, juntamente com a dep. Luciana Genro e o dep. Germano Bonow. Esses dois últimos pouco contribuíram para a discussão da alteração do código, mas o dep. Heinz se mostrou intransigível ao máximo em suas crenças. A partir dessas crenças pude perceber que o grande problema dessa discussão, talvez seja, claro, o desligamento da produtividade agrícola do ambiente, ou seja, como se ela acontecesse por si própria, sem dependência da saúde dos ecossistemas. Nao acretio, porém, que uma nova visão modifique o ponto de vista de interesses próprios dos deputados da bancada ruralista, mas temos que tornar essa dependência da agricultura dos serviços ecossistêmicos mais clara para que eles percebam a relação causal entre os dois pontos de vista em discussão, mas que na verdade são o mesmo. Seria possível inserir nas discussões economistas ambientais, como o prof. Peter May da UFRRJ, por exemplo. A solução para esse impasse deveria ser eliminar os dois lados do debate (ambientalistas e ruralistas) e mostrar que é apenas um que está em jogo, tentar sensibilizar e mostrar que o meio ambiente não é uma parte, mas sim o todo. Grato pela atenção. Vagner Luis Camilotti Méd. Vet. MSc em Ecologia, UFRGS vagner.camilotti@gmail.com
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